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*Momentos de Introspecções com o Pastor Marcos Santos - MEPAC Regional 1 Recife - PE, Conheça-nos, Vem!*
"Este Espaço é Destinado para os Amantes da Excelente Literatura Bíblica para Elevação Espiritual e Moral"!!!

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Morrer para Viver


Shalom, que a Paz do Senhor esteja com todos, queridos internautas, precisamos compreender que a velha maneira de viver quando ainda não conhecíamos à Cristo não deve hoje governar a nossa atual vida em Cristo Jesus, pois sendo assim vamos está em caminho antagónico fora dos planos de Deus, e por isso seremos destruídos, pois Deus é Santo e exige Santidade, no qual ninguém verá a Deus se permanecer no Pecado, Pensem Nisso, Vivam Isso!!! Meditem:

"Assim, façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena de vocês: imoralidade sexual, impureza, paixão, desejos maus e a ganância, que é idolatria. Colossenses 3:5"...

"Digo-lhes verdadeiramente que, se o grão de trigo não cair na terra e não morrer, continuará ele só. Mas se morrer, dará muito fruto.
Aquele que ama a sua vida, a perderá; ao passo que aquele que odeia a sua vida neste mundo, a conservará para a vida eterna. Quem me serve precisa seguir-me; e, onde estou, o meu servo também estará. Aquele que me serve, meu Pai o honrará. João 12:24-26"...

'Pois se vocês viverem de acordo com a carne, morrerão; mas, se pelo Espírito fizerem morrer os atos do corpo, viverão,
porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. Romanos 8:13-14"...

Atenciosamente
Pastor Marcos Santos
Vice Presidente da MEPAC Regional 1 Recife / PE

Reconhecimento é Louvor à Deus

Shalom, queridos amados e diletos da Família MEPAC, temos pois de reconhecer que Deus tem nos concedido a honra de poder viver do Evangelho com toda dignidade, falo aos Pastores e principalmente aos que dedicam a sua vidas ao ensino da Palavra de Deus, Pensem Nisso, Vivam Isso, temos as nossas prerrogativas, não sejam egocêntricos. Meditem:

"O que está sendo instruído na palavra partilhe todas as coisas boas com quem o instrui. Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá.
Gálatas 6:6-7". "Quem serve como soldado às suas próprias custas? Quem planta uma vinha e não come do seu fruto? Quem apascenta um rebanho e não bebe do seu leite?
Não digo isso do ponto de vista meramente humano; a Lei não diz a mesma coisa? Pois está escrito na Lei de Moisés: "Não amordace o boi enquanto ele estiver debulhando o cereal". Por acaso é com bois que Deus está preocupado?
Não é certamente por nossa causa que ele o diz? Sim, isso foi escrito em nosso favor. Porque "o lavrador quando ara e o debulhador quando debulha, devem fazê-lo na esperança de participar da colheita".
Se entre vocês semeamos coisas espirituais, seria demais colhermos de vocês coisas materiais?
Se outros têm direito de ser sustentados por vocês, não o temos nós ainda mais? Mas nós nunca usamos desse direito. Pelo contrário, suportamos tudo para não colocar obstáculo algum ao evangelho de Cristo.
Vocês não sabem que aqueles que trabalham no templo alimentam-se das coisas do templo, e que os que servem diante do altar participam do que é oferecido no altar?
Da mesma forma o Senhor ordenou àqueles que pregam o evangelho, que vivam do evangelho. 

1 Coríntios 9:7-14". "Será que cometi algum pecado ao humilhar-me a fim de elevá-los, pregando-lhes gratuitamente o evangelho de Deus?
Despojei outras igrejas, recebendo delas sustento, a fim de servi-los.
2 Coríntios 11:7-8". "Lembrem-se: aquele que semeia pouco, também colherá pouco, e aquele que semeia com fartura, também colherá fartamente.
Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria.
E Deus é poderoso para fazer que lhes seja acrescentada toda a graça, para que em todas as coisas, em todo o tempo, tendo tudo o que é necessário, vocês transbordem em toda boa obra.
Como está escrito: "Distribuiu, deu os seus bens aos necessitados; a sua justiça dura para sempre".
Aquele que supre a semente ao que semeia e o pão ao que come, também lhes suprirá e aumentará a semente e fará crescer os frutos da sua justiça.
Vocês serão enriquecidos de todas as formas, para que possam ser generosos em qualquer ocasião e, por nosso intermédio, a sua generosidade resulte em ação de graças a Deus.
O serviço ministerial que vocês estão realizando não está apenas suprindo as necessidades do povo de Deus, mas também transbordando em muitas expressões de gratidão a Deus.
2 Coríntios 9:6-12"
.

Atenciosamente
Pr. Marcos Santos
Vice Presidente Regional 1 Recife / PE

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Estudo que é Aplicado na MEPAC

Doutrina sobre escatologia em uma Visão “Sui Generis”

Escatologia é o ensino das últimas coisas que sobrevirão ao mundo, exemplo: A vinda de Cristo, arrebatamento da igreja, o anticristo, a grande tribulação, o milênio, juízo final, e outros acontecimentos ligados às últimas coisas.

Antes de iniciar este estudo, queremos lembrar aos nossos oficiais que a Igreja Evangélica Pentecostal Assembleia de Cristo desde seu nascimento aceita a doutrina Pré-tribulacionista e Pré-milenista, somos Pré-milenista e assim devemos continuar, a seguir daremos as diversas doutrinas sobre escatologia.

Diferentes visões sobre o arrebatamento da igreja
Existem cinco visões sobre o arrebatamento da igreja:

1] Arrebatamento parcial. 
Ensina que a igreja será dividida em duas partes; uma que sobe e outra que fica. Segundo essa doutrina, a que sobe é a parte santificada a que fica vai passar pela tribulação para que seus pecados sejam retirados pelo sofrimento.

Nossa resposta:
Rejeitamos este ensino com base na morte de Cristo, sem sofrimento da pessoa o pecado é removido pelo sangue de Jesus Cristo [Rm 5:9;Hb 10: 17], A Igreja é o corpo de Cristo não poderá ficar uma parte na terra e outra no céu [1ª Co 12: 12,13]. Os que irão ficar não farão parte da Igreja do Senhor resgatada pelo seu sangue.

2] Arrebatamento pós-tribulacionista.
Ensina que a igreja passará por sete anos de sofrimentos, resistirá o julgamento e a ira de Deus, no final da tribulação será levada para se encontrar com Jesus no ar para voltar imediatamente com Ele a terra.
É usado o texto em Jo 16: 33 que diz, no mundo pascereis por tribulações.

Nossa resposta:
Nas sagradas Escrituras a palavra tribulação é usada de duas maneiras diferentes, tanto é usada para descrever as provações que estamos sujeitas em nosso dia-a-dia e que devemos está preparado para isto, como é usada para descrever as terríveis provas que durarão sete anos quando a ira de Deus será derramada na terra sobre as pessoas por sua rejeição a Jesus e ao evangelho. Jo 16: 33 são palavras confortadoras, se refere às dificuldades dos nossos dias, nada tendo haver com a tribulação e perseguição do anticristo.

                                                                                                         01 Curso Doutrinal MEPAC





3] Arrebatamento em meio à tribulação.
Ensina que a igreja irá passar pelos primeiros três anos e meio dos sete anos da tribulação e que será arrebatada antes do início da segunda metade da tribulação.

Nossa resposta:
Também rejeitamos esta doutrina, a igreja não passará por nenhum período da tribulação prevista para Israel, escreve o profeta: Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, [Israel] e sobre a tua santa cidade [Jerusalém] [Dn 9: 24].
Para o Israel não convertido ao Senhor Jesus e o mundo por rejeitar o presente de Deus a vida eterna em Jesus Cristo, passarão pela tribulação.
Na tribulação haverá guerras, pestes, fome, doenças, desolações e morte como início da ira sendo derramada sobre a terra, mas os remidos pelo sangue do nosso Senhor Jesus Cristo não passarão por nenhum momento desses. 

4] Sem arrebatamento.
Essa visão sustenta que a igreja será vitoriosa na terra e irá anunciar o Reino no milênio e que não vai existir arrebatamento de ninguém e em hora alguma, se denomina reino agora.

Nossa resposta:
Rejeitamos esta doutrina com base nos ensinos paulinos, o apóstolo ensina que haverá o arrebatamento: Portanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada à trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitará primeiro; depois nós, os vivos, os que ficamos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor 1ªTs 4: 16,17.

Na sua segunda carta a Timóteo, o apóstolo Paulo declara que as pessoas perversas e impostoras irão de mal a pior, enganando e sendo enganadas [2ªTm 3: 13].
Nestes dias em que vivemos se cumpre aos nossos olhos não é difícil encontrar os tais, estão presentes em todo seguimento da sociedade e até convivendo com a Igreja do Senhor.  Jesus advertiu quando falou sobre o joio entre o trigo, eles permanecerão até o advento do Senhor onde será feito triagem entre santos e impuros, a pesar dessa doutrina não aceitar o arrebatamento da Igreja, vai acontecer porque o Senhor Jesus promete vir arrebatar sua Igreja, não importa dia nem hora, o importante é que Ele vem.
Os apóstolos acreditavam e instruíram a Igreja a acreditar, o próprio Cristo deixa esta promessa: Eis que venho sem demora. Bem-aventurado aqueles que guardam as palavras da profecia deste livro. Ap 22: 7.
                                                02 Curso Doutrinal MEPAC


5] Arrebatamento pré-tribulacionista.

Ensina que o arrebatamento da Igreja se dará antes do início da tribulação, a Igreja vai passar os sete anos nos céus participando da grande festa, as bodas do cordeiro.

Nossa resposta:
Aceitamos esta doutrina, sabemos que o arrebatamento é tremendo em sua vitória sobrenatural contra a morte, um milagre que o demônio não poderá imitar.

O Arrebatamento é um testemunho sobrenatural do Senhor Jesus que ganhou a vitória sobre a morte, na cruz Ele gritou a vitória: Está consumado. Está feito, o impossível foi realizado.

Entre as cinco diferentes visões sobre o arrebatamento da Igreja, a doutrina Pré-milenista em nossa visão é a mais correta.

Como já foi explicado, o verbo tribulação tem significado técnico e não técnico; quando é usado no sentido não técnico se refere às provações, sofrimentos que as pessoas enfrentam no seu cotidiano, quando é usada na forma técnica, se referem ao período de sete anos que se seguirá depois do arrebatamento da Igreja.

Quatro propósitos para a grande tribulação que está para vir:

1º, Fazer com que a nação de Israel reconheça que o Senhor Jesus é o Messias prometido.

2º, Julgar as nações pela tentativa de exterminar a nação de Israel e pelo abuso do povo gentio.

3º, Permitir que um mundo que rejeita a Cristo possa experimentar pessoalmente a tristeza e o sofrimento criado pelo império maligno e administrado por satanás, o anticristo e o falso profeta.

4º, Derramar a ira de Deus sobre todos os que rejeitaram o evangelho poder de Deus e salvação para os que crerem.


                                                                                                      03 Curso Doutrinal MEPAC
O Dia do Senhor

Ao contrário do que muitos imaginam o dia do Senhor não será um dia comum, será um dia singular um dia demais assim descreve o profeta: Aquele dia é dia de indignação, dia de angustia, e dia de alvoroço e desolação, dia de escuridade e negrume, dia de nuvens e de densas trevas, dia de trombeta e de rebate contra as cidades fortes e contra as torres altas Sf 1: 15,16.

O grande e terrível dia do Senhor representa juízo de Deus, aconteceu no passado e continua acontecendo no presente, vai até aos tempos do fim, à grande tribulação, ao juízo final, ao julgamento dos ímpios.  Será um tempo de angustia para aqueles que rejeitaram a mensagem de salvação, acontecerá depois do arrebatamento da igreja e terminará por ocasião do regresso visível de Jesus para julgar as nações, desenraizar o mal, destruir o anticristo e seus exércitos e implantar seu reino milenar, assim está declarado:
 
O dia do Senhor dos exércitos será contra todo soberbo e altivo, e contra todo o que se exalta, para que seja abatido.  Is 2: 12

Ah! Que dia! Porque o dia do Senhor está perto, e virá como assolação da parte do Todo-poderoso. Jl 1: 15

O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor.  Jl 2: 31

Pois eis que vem o dia, e arde como fornalha;... Ml 4: 1

O dia do Senhor vem como o ladrão de noite.  1ªTs 5: 2

Paulo chama o arrebatamento da igreja de o dia de Cristo [2ªTs 2:1;Fp 1.6,10].
A partir do versículo 2 desta segunda carta aos tessalonicenses Paulo se refere ao período da grande tribulação, a igreja estava passando por momento difícil sendo perseguida pelo Império romano e bombardeada por falsos ensinos, os irmãos perguntam ao apóstolo se aquela tribulação era a prevista, Paulo responde que não e passa a explicar acontecimentos que irão suceder naquele tempo chamando de o dia do Senhor evitando a igreja ser enganada.

O arrebatamento forma a união definitiva de Cristo com a sua Igreja chamada de boda do cordeiro, a Igreja é noiva do Cordeiro, o Senhor prometeu festejar esse dia no Reino do Pai [Mt 26: 29;  Ap 19: 7 a 9].

                                                                                                         04 Curso Doutrinal MEPAC

Os do arrebatamento parcial alegam que os santificados serão levados antes da tribulação e que o restante da igreja passará pelo julgamento.
   
Como pré-tribulacionista ensinamos que a igreja não passará pela tribulação predita a Israel, a igreja está na proteção do sangue do nosso Senhor Jesus Cristo. Moisés marcou com sangue os umbrais das casas dos israelitas no Egito, o sangue lhes dava proteção contra o destruidor salvaguardando seus primogênitos de serem mortos naquela noite. A Igreja está comprada com o sangue do Senhor Jesus, tem sua proteção, jamais passará pela determinada tribulação.

A tribulação é uma época de ira, trevas, julgamento, indignação, destruição e morte. Está escrito que a Igreja será salva da ira    [1ªTs 1: 10], mas o mundo sem Cristo provará esse dia incluindo Israel [Rm 2: 8,9], é o momento anunciado para eles.

A igreja do Senhor Jesus não precisa de punição para ser purificada, sua limpeza é feita pelo sangue de Jesus o Cristo e nunca pelo sofrimento [Mt 26: 27,28]. O sangue do Senhor nos limpa de todas as culpas de pecado.

A tribulação que estamos passando não é aquela prevista e reveladas aos profetas, a Igreja em Tessalônica estava sendo perseguida por Roma e alguns pregadores falavam que seria aquela a tribulação, os irmãos escreveram a Paulo que lhes responde ainda não ser aquela a grande tribulação, eles não estavam vivendo a tribulação determinada, ela só se dará depois do rapto da Igreja                [2ªTs 2: 1 a 12].

O homem da iniquidade ou perverso que o apostolo se refere, é o anticristo, aquele que se opõe a Cristo. O anticristo ainda não se manifestou porque o Espírito Santo lhe resiste até o arrebatamento da igreja, mas seus adeptos nunca deixaram de existir desde o princípio, é isto que os apóstolos escrevem: [2ªTs 2: 7; 1ª Jo 2: 18]

Sodoma e demais cidades daquela época eram grandes pecadores, o copo da iniquidade transbordou não existindo mais tolerância, as cidades atingiram o nível da destruição, mas existia Ló e sua família, vejamos como os anjos falam para Ló: Apressa-te, refugia-te nela; pois nada possamos fazer, enquanto não tiveres chegado lá           Gn 19: 22.
Enquanto Ló e sua família estavam na cidade da destruição, nada poderia ser feito, assim é com a Igreja enquanto a Igreja do senhor estiver aqui, o anticristo está detido.

05 Curso Doutrinal MEPAC

A Igreja é o sal que derrota a corrupção, quando a Igreja for tomada satanás tem a liberdade de operar com toda sua ira, os flagelos previstos e revelados ao profeta em Patmos se darão nesse tempo com data marcada para início e conclusão, mas só acontecerá depois que a santa Igreja for arrebatada.  

Na gloria a igreja se veste de linho finíssimo resplandecente e puro, revela os atos de justiça dos santos [Ap 19:8]. Será coroada com a coroa da justiça e participará do banquete preparado exclusivamente para ela.
[2ªTm 4: 8 Ap 19: 9]
                                                                                                
                                                                                                                 

Três Visões doutrinárias sobre o Milênio

A respeito do Milênio existem três visões doutrinarias diferente, são elas:
Pré-milenista;
Pós-milenista; 
Amilenista.

Visão Pós-milenista

Muitos pós-milenistas creem que a era milenar iniciou-se quando Cristo subiu ao céu, e outros creem que ela surgirá quando o evangelho houver sido pregado em toda terra, promovendo uma era áurea de Justiça e da paz para a humanidade. Defende uma interpretação preterista das profecias apocalípticas, e crê que o sermão profético de Jesus, narrado em Mateus 24, cumpriu-se ainda naquela geração, com a queda de Jerusalém pelas mãos dos romanos.

Nossa resposta:
Não aceitamos este ensino porque requer um Milênio feito pelo homem num mundo que está ficando cada vez pior. As escrituras descrevem o mundo numa corrupção continua um modelo que o ser humano nunca poderá evitar.
Ensinar que a grande tribulação aconteceu nos anos 70 do primeiro século da era cristã não está correto, a grande tribulação é um tempo de juízo, fúria que será derramado sobre os incrédulos e àqueles que calcaram aos pés o Filho de Deus, e profanou o sangue da aliança ofendendo o Espírito da graça. [Hb 10: 26 a 29]
Não aceitamos o pretérito.

06  Curso Doutrinal MEPAC

Visão amilenista [amilenismo, ou amilenianismo]

Do ponto de vista amilenista não haverá um Reino de Cristo literal na terra por mil anos, crê que o milênio deve ser interpretado simbolicamente, ao contrário do que a palavra deixa a perceber.
O amilenismo clássico crê num Milênio que se iniciou com a primeira vinda de Cristo, representando o período do evangelho, que segue entre a ressurreição de Cristo e a segunda vinda de Cristo. Entende, assim, a primeira ressurreição de modo espiritual, se a segunda morte é a separação de Deus no lago de fogo, a primeira ressurreição é a união com Cristo até a ressurreição dos justos, para o juízo final. Logo, espiritualmente, os mortos em Cristo já estariam participando do milênio no Paraíso, encontrados no terceiro céu, onde Deus habita. Durante esse período, Satanás estaria preso de modo não total, ficando inerte, mas teria seu poder limitado com a morte e ressurreição de Cristo, de modo que não pode impedir o crescimento do Evangelho. Esta é visão amilenista.


                                                                                                         Curso Doutrinal MEPAC

De modo geral, o milênio, na visão amilenista, seria o período da dispensação da graça, onde os justos falecidos habitariam com Deus e satanás teria seu poder limitado, culminando com a volta de Cristo e com o Juízo Final e único, iniciando a Eternidade.

Nossa resposta:                                                                                                          
Não aceitamos a doutrina do amilenismo por não interpretar corretamente os mil anos ensinados na sagrada Escritura Apocalipse capítulo 20 versículos 1 ao 6. Satanás ainda não está preso como o amilenismo ensina [Ap 20: 1 a 3]. Satã está solto e bem ativo neste planeta terra, em todos os momentos se revelam suas obras maléficas.
Na visão amilenista os mil anos seria a dispensação da graça, mas o período da dispensação da graça não se resume há mil anos; estamos no século vinte e um e ainda, sem a Igreja os justos mortos não serão recompensados a recompensa será naquele dia, o dia em que todos os santos justos ressuscitarão e seremos arrebatados com a Igreja, isto vai acontecer. [Hb 11: 39,40;     2ªTm 4: 8; Ap 20: 6 ]


07 Curso Doutrinal MEPAC

Visão Pré-milenista

O pré-milenismo, ou pré-milenarismo, é a visão de que a segunda vinda de Cristo acontece antes de seu Reino Milenar, e que o Reino Milenar é um reinado de um período literal de mil anos aqui na terra.
 Na vinda do Senhor Jesus os santos que estiverem vivos serão transformados e os santos mortos serão ressuscitados dentre os mortos e ambos serão arrebatados, todos esses santos receberão corpos glorificados e imortais. Eles encontrarão Cristo nos ares e retornarão após sete anos para governar com Cristo a terra por mil anos. Esse período de mil anos será de paz e justiça mundial. No final desse período, satanás será solto de sua prisão para enganar as nações. Inúmeros exércitos se rebelarão e atacarão Cristo e os santos em Jerusalém; esses exércitos serão destruídos por fogo do céu. Após a derrota desses exércitos rebeldes, acontecerá a segunda ressurreição e o julgamento final; a terra será purificada pela a ação do fogo que limpará a terra de toda imundice então começará o estado eterno só os justos e os justificados pelo sangue do Senhor viverão na terra eternamente.

Como Pré-milenista aceitamos e defenderemos esta doutrina, por ser a melhor interpretação escatológica.
                               








Atenção: “Estudo Retirado do Curso da MEPAC 2, ensinamento doutrinal da Missão Evangélica Pentecostal Assembleia de Cristo, ministério que eu professo e defendo, meu Pastor Presidente Estadual José Marques, juntamente com o corpo eclesiástico formamos uma Família Cristã unificada nos ensinamentos Cristológico”.


Atenciosamente
Pastor Marcos Santos
Vice Presidente Regional 1 Recife - PE




                                       
                             
                                                                                                       12 Curso Doutrinal MEPAC


domingo, 22 de dezembro de 2013

A Verdadeira Origem do Natal

Nascimento de Jesus
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O nascimento de Jesus retratado numa tela de 1535-40, pintada pelo artista florentino Agnolo Bronzino.


O nascimento de Jesus é o mistério da encarnação. Na linguagem cristã, é a vinda de Jesus ao mundo, festejada pela Igreja nos quatro domingos que precedem o Natal.1 Os quatro Evangelhos aceitos pela Igreja sublinham o caráter salvítico de seu adventonota 1 nota 2
Grande parte do que é conhecido sobre o nascimento de Jesus, sua vida e seus ensinamentos é contado pelos Evangelhos canônicos: Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João pertencentes ao Novo Testamento da Bíblia. Os Evangelhos Apócrifos apresentam também alguns relatos relacionados com a infância de Jesus. Mateus enfatiza a dimensão messiânica do advento ao colocar Jesus como descendente de uma linhagem que tem início em Abraão, o primeiro dos patriarcas.2 Em Lucas, o anjo Gabriel assegura a Maria que está destinado a seu filho o trono de Davi, sobre o qual ele reinará para sempre.3 Paulo reforça a linhagem que parte de Abraão e consuma-se em Jesus.4
Os Evangelhos narram os fatos mais importantes da vida de Jesus e insistem na importância da sua vinda, mas fornecem pouca informação sobre as circunstâncias de seu nascimento. OsAtos dos Apóstolos contam um pouco do que sucedeu nos 30 anos seguintes. As Epístolas (ou cartas) de Paulo também citam fatos sobre Jesus. Notícias não-cristãs de Jesus e do tempo em que ele viveu encontram-se nos escritos de Josefo, que nasceu no ano 37 d.C.; nos de Plínio, o Moço, que escreveu por volta do ano 112; nos de Tácito, que escreveu por volta de 117; e nos de Suetônio, que escreveu por volta do ano 120.
No entanto, é nos Evangelhos de Mateus e de Lucas que se tem melhores informações a respeito da infância de Jesus. Enquanto Mateus foi um dos doze apóstolos, Lucas teria empreendido uma pesquisa dos fatos que na sua época já eram relatados de modo que o seu Evangelho é o que mais contém informações a respeito da vida de Jesus na Terra, antes mesmo do seu nascimento. À genealogia israelita de Jesus, proposta por Mateus, Lucas prefere a mais universal, que remonta até "Adão, filho de Deus". 5 Marcos (1,1-11) e João (1,6-8) introduzem a figura de Jesus através das profecias de João Batista.
Índice
  [esconder
·         2 O Nascimento de Jesus
·         3 Data do nascimento de Jesus
·         4 Notas
·         5 Referências
·         6 Ver também
Fatos bíblicos que antecederam o nascimento de Jesus[editar | editar código-fonte]
Segundo o Evangelho de Lucas, o trabalho da vida de Jesus na Terra, fora iniciado por João Batista, filho de Zacarias. Este era um sacerdote judeu que tinha por esposa a Isabel, a qual, por sua vez era membro do ramo mais próspero do mesmo grande grupo familiar ao qual também pertencia Maria, a mãe de Jesus.
Zacarias e Isabel, embora estivessem casados há muitos anos fossem de idade avançada, não tinham filhos porque Isabel era estéril.
O anjo Gabriel apareceu a direita do altar de incenso a Zacarias e anunciou que suas orações haviam sido ouvidas por Deus e Isabel daria à luz um filho que deveria ser chamado por João. E disse mais: contou que seria “grande diante do Senhor” e que teria a virtude de Elias: o grande profeta que os orvalhos e a chuva se submeteram a sua palavra, o grande profeta que ressuscitou o filho de uma viúva, o grande profeta que chamou fogo do céu. Elias que teve sua maior jornada na luta contra os pecados do rei Acabe e da sua esposa Jezabel, promíscua e adoradora de Baal. Segundo Gabriel, João teria a virtude de Elias, como de fato procedeu contra Herodes e Herodias, e sendo respeitado entre os judeus.
Quando Gabriel anunciou o nascimento, Zacarias alegou que ele e sua esposa eram velhos para terem filhos. Por conta dessa incredulidade, Zacarias ficou mudo até o nascimento de João. Quando Zacarias terminou de servir no templo e voltou para casa, Isabel concebeu.
Seis meses depois do início da gravidez de Isabel, Gabriel foi até Nazaré e saudou Maria, mulher prometida a José: “Salve cheia de graça; o Senhor é contigo.” Foi anunciada a virgem que daria à luz um filho e que deveria ser chamado de Jesus. E disse mais: que seria chamado filho do Altíssimo, Filho de Deus. O anjo disse que Jesus seria “grande”. Observe-se que ele não seria “grande diante do Senhor”, como foi dito de João, ele seria o próprio Senhor que assentaria no trono de Davi e cujo João estaria adiante nos seus passos de anunciação.
Quando Maria perguntou como se daria tal coisa, pois era virgem, Gabriel anunciou que seria uma concepção do Espírito Santo.
Ela já estava comprometida em casamento com José e o noivado judaico era um compromisso tão sério que o noivo já se dizia marido e não podia desfazê-lo, senão por um repúdio e antes que tivessem tido qualquer envolvimento íntimo, se achou grávida pelo Espírito Santo. Segundo o evangelho segundo Mateus, José ao saber, quis deixá-la, achando que ela tinha tido outro homem, mas o anjo Gabriel apareceu a ele em sonho e lhe explicou o que estava acontecendo.
Como o anjo havia contado sobre a concepção de Isabel, Maria foi visitá-la e por revelação do Espírito Santo, naquela momento Isabel recebeu a palavra do conhecimento e clamou: “Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre. E de onde me provém isto a mim, que venha visitar-me a mãe do meu Senhor?”
No dia da circuncisão de João, contrariando o costume judaico, Isabel escolheu o nome do menino: João; sem que houvesse tal nome na parentela de Zacarias, o mesmo foi interpelado a respeito daquela peculiaridade, e Zacarias escreveu numa tábua: “O seu nome é João”. E todos se maravilharam. E voltou a voz à boca de Zacarias.
Segundo a tradição cristã, João Batista, cujo nome significa "graça ou favor de Deus", cresceu habitando em desertos até o início de seu ministério quando haveria de mostrar-se em Israel e anunciar os dias de Jesus.
O Nascimento de Jesus[editar | editar código-fonte]
César Augusto, o responsável pelo censo dos judeus.
Jesus nasceu durante o reinado de Herodes, o Grande, que os romanos haviam designado para governar a Judeia. Os calendários são contados a partir do ano em que se supõe ter nascido Jesus, mas as pessoas que fizeram essa contagem equivocaram-se com as datas: Herodes morreu no ano 4 a.C., de modo que Jesus nasceu 3 anos antes, a quando dos censos do povo Judeu, que ocorreu, exactamente, 1 ano após os censos dos outros povos também subjugados ao poder Romano. Estes censos ocorreram para facilitar aos Romanos a contagem do povo e a respectiva cobrança dos impostos. Os Judeus sempre se opuseram a qualquer tentativa de contagem, por essa razão, esta ocorreu um ano depois de ter ocorrido nos povos vizinhos. Desde o século IV, os cristãos festejam o Natal, ou nascimento de Cristo, no dia 25 de Dezembro. A data real ainda é incerta, ver mais adiante.
A notícia do anjo Gabriel[editar | editar código-fonte]
Maria foi a mãe de Jesus. Ela e o carpinteiro José, seu marido, moravam em Nazaré, uma cidade da província da Galileia, no norte da Palestina. O Evangelho de Lucas conta que o arcanjo Gabriel apareceu a Maria e anunciou que ela ia dar à luz o filho de Deus, o prometido Messias.
Lucas relata também que, após receber a notícia do anjo, Maria já teria passado uns três meses com Isabel e Zacarias nas montanhas de Judá e que depois retornou para sua casa.
Mateus, por sua vez, traz a informação de que José, não teria compreendido inicialmente que Maria recebera a importante missão de conceber o Messias e se afastou de Maria, pelo que um anjo lhe pareceu em sonhos para que ele a recebesse.
Nascimento em uma manjedoura[editar | editar código-fonte]
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O Presépio representa o local onde Jesus teria nascido. Na foto, presépio em Atenas.

Algum tempo antes de Jesus nascer, Maria e José foram a Belém, a fim de terem seus nomes registrados em um recenseamento. Devido a um decreto de César Augusto, todas as pessoas que viviam no mundo romano tiveram que se alistar em suas respectivas cidades, sendo que José era de Belém.
Belém era uma pequena cidade do sul da Judeia. Maria e José encontraram abrigo num estábulo, e foi aí que Jesus nasceu. Maria fez de uma manjedoura o berço para ele.
Os Evangelhos falam de pastores que, perto de Belém, viram anjos no céu e os ouviram cantar: Glória a Deus nas alturas e, na Terra, paz e boa vontade entre os homens 6 . Algumas traduções da Bíblia dizem: paz na Terra aos homens de boa vontade.
Circuncisão de Jesus[editar | editar código-fonte]
Jesus foi circuncidado em casa aos oito dias.Completados os dias da purificação da mulher(40 dias para filho homem,70 dias se fosse mulher) , Jesus foi apresentado ao templo por sua família para ser consagrado à Deus após circuncisão conforme tradição Judaica (Lv 12; Lc 2:22), quando então foi apresentado por Simeão e Ana.Os pais do menino foram abençoados,Jesus era a própria benção
A visita dos magos do Oriente[editar | editar código-fonte]
A Bíblia também relata que vieram sábios do oriente para ver o Messias recém-nascido. A princípio perguntaram por ele na corte de Herodes. Mais tarde puderam localizá-lo, seguindo até Belém a luz de uma estrela. Trouxeram a Jesus oferendas de ouro, incenso e mirra.
Herodes pedira-lhes que voltassem para informá-lo quando tivessem encontrado o menino, mas eles não fizeram isso. Herodes tomou-se de fúria e, com medo desse novo rei dos judeus, mandou que fossem mortos todos os meninos de Belém que tivessem dois anos de idade ou menos. Um anjo apareceu a José, em sonho, e o preveniu. José fugiu então para o Egito, com Maria e o menino Jesus. Só retornaram a Nazaré depois da morte de Herodes.
A visita teria realmente ocorrido?[editar | editar código-fonte]
A tradicional crença de que Jesus foi visitado em seu nascimento não é consenso no meio acadêmico. Para o professor de história antiga da Universidade Federal do Rio de Janeiro, André Leonardo Chevitarese, não haveria "evidências históricas" de que estes eram reis ou mesmo magos, nem que visitaram Jesus logo após seu nascimento7 . Para o historiador, estes personagens teriam sido criados pelo evangelista Mateus como uma metáfora do reconhecimento de Jesus pelos povos daquela época. Somente no Século III os magos receberiam o título de reis, o que para André Chevitarese corresponderia a uma forma de legitimar a profecia que consta do Salmo 72. No Século IX os magos teriam enfim recebidos os nomes pelos quais são conhecidos até hoje.
A fuga para o Egito[editar | editar código-fonte]
Prosseguindo a leitura do livro de Mateus, mais adiante o evangelista informa a notícia de que José, avisado em sonhos a respeito de um plano de Herodes para matar Jesus, foge com Maria e o menino para o Egito.
O momento em que A família de Jesus foge para o Egito também não é suficientemente preciso na Bíblia. O fato de Herodes ter mandado matar todas as crianças de Belém do sexo masculino de dois anos para baixo pode significar que, depois do nascimento de Jesus na manjedoura, José ainda teria permanecido por algum tempo nessa cidade esperando que o menino estivesse em condições para suportar uma viagem de volta à Galileia.
Igualmente, não se sabe ao certo por quanto tempo a família de Jesus teria morado no Egito. Sabe-se apenas que Jesus permaneceu no Egito até a morte de Herodes, quando então José, após ser avisado por um anjo em seus sonhos, retorna para a cidade de Nazaré.
Data do nascimento de Jesus[editar | editar código-fonte]
As duas únicas cronologias do nascimento de Jesus contradizem-se. Mateus situa-o sob Herodes, Lucas no momento do recenseamento ordenado pelo imperador César Augusto: Herodes morreu em 4 a.C e o censo data de 6 d.C 8O dia é também incerto: foi fixado por razões doutrinárias e litúrgicas no século IV. Apenas Lucas indica a circunstância em que ocorreu: Maria deu à luz em Belém (Palestina) porque a lei do recenseamento determinava o retorno das pessoas ao seu local de origem e Maria acompanhou o marido, José.9
Os romanos obrigaram o recenseamento de todos os povos que lhes eram sujeitos a fim de facilitar a cobrança de impostos, o que se tornou numa valiosa ajuda na localização temporal dos factos, uma vez que ocorreu exactamente 4 anos antes da morte de Herodes, no ano 8 a.C..
Entretanto, os Judeus tomaram providência no sentido de dificultar qualquer tentativa por parte dos ocupantes em contar o seu povo, pelo que, segundo a história, nas terras judaicas este recenseamento ocorrera um ano depois do restante império romano, ou seja no ano 7 a.C.. Em Belém, o recenseamento ocorrera no oitavo mês, pelo que se concluiu que, Jesus nascera provavelmente no mês de Agosto do ano 7 a.C..
Outros factos também ajudam a estimar a data exata. Conforme é relatado pelos textos bíblicos, no dia seguinte ao nascimento de Jesus, José fez o recenseamento da sua família, e um dia depois, Maria enviou uma mensagem aIsabel relatando o acontecimento.
A apresentação dos bebês no templo, bem como a purificação das mulheres teria de ocorrer até aos vinte e um dias após o parto. Jesus foi apresentado no templo de Zacarias, segundo os registos locais, no mês de Setembro numsábado. Sabe-se que Setembro do ano 7 a.C. teve quatro sábados: 4, 11, 18 e 25. Como os censos em Belém ocorreram entre 10 e 24 de Agosto, o sábado de apresentação seria o de 11. Logo Jesus teria nascido algures depois de21 de Agosto do ano 7 a.C..

Obs.: Não fiquem enganados, busquem saber a real origem do significado do natal.

Atenciosamente
Pr. Marcos Santos MEPAC Regional 1


Musicalidade Gospel